Informar e escrever a história

Por Eliseu Sampaio.

Vivemos hoje, no aqui e agora, um momento ímpar da nossa história. Ninguém, dos que possam ler este texto, existiu em período semelhante. Quando escrevemos nestas páginas, arriscamo-nos a ser lidos e estudados daqui a décadas, séculos até. Por esse motivo é importante que, quando esse outro tempo vier, percebam efetivamente o que vivemos agora, como o vivemos, o que sofremos, como reagimos e como… assim todos desejamos, vencemos esta pandemia da covid-19. Que essa narrativa seja de união, de força, de querer, um relato heróico, contendo verdade em si.

Sempre defendi que a nossa missão, da comunicação social, é narrar o presente, com conteúdos, relatos e palavras que se transformarão em memória futura. Desempenhamos um fundamental papel na construção de sociedades melhores, comunidades que, tendo um real conhecimento do seu presente e passado, alicerçam convenientemente os dias que se seguirão.

É importante que os jornalistas e todos os que exercem atos de informar tenham consciência disto, do papel importantíssimo e da enorme responsabilidade da atividade que exercem. De como relatos enviesados ou deturpados das realidades que presenciam podem ter consequências muito negativas na estruturação do futuro, do seu futuro e do futuro dos seus.

Esta é a nossa missão. Assumamo-la com elevada ética, com rigor, e com liberdade. Que continuemos a escrever a história dos dias, e que estes sejam, em breve, bem melhores.

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