Instalação sonora permite manter a expressão cultural das Nicolinas

AEIOU (Amplification Element for Interactive Open Urbanism) foi desenvolvido para “dar o que o mundo precisa num momento de isolamento e tristeza: felicidade, um sentimento de união e de conectividade com a comunidade, para ajudar a amplificar a alegria da música e das festas tradicionais em todos os lugares”.

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Várias celebrações populares anuais em cidades europeias foram canceladas ou afetadas nos últimos meses devido à covid-19, como Las Fallas, em Valência, o Dia de São Patrício, em Dublin, o Carnaval em Veneza, ou o São João, no Porto.

Este projeto responde, assim, a um dos principais desafios identificados na cidade Guimarães, manter a expressão cultural das festas Nicolinas no espaço público de modo seguro. Dada a impossibilidade de encontros sociais, o projeto propõe a inserção no espaço público de dispositivos móveis que ampliem o som do “Toque Nicolino”, replicando o poder unificador desta celebração através do som.

A instalação encontra-se em exposição no Instituto de Design de Guimarães, até ao dia 18 de Dezembro.

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O projeto foi desenvolvido por uma equipa de professores e investigadores da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho (EAUM) e do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) em colaboração com membros da unidade I+D+Arq I&D, da Universitat Politècnica de València. O projeto FURNISH (Fast Urban Responses for New Inclusive Spaces and Habitat), do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia, visa “promover estratégias que melhorem a vivência e mobilidade do espaço público em contexto pandémico covid-19, pela integração temporária de elementos urbanos móveis”. 

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