JVC “NÓS NÃO ESTAMOS AQUI PARA COMER CARNE DO VITÓRIA”

O “Novo Vitória” protagonizou a sua 22.ª sessão de esclarecimento na noite de sexta-feira, no Salão Paroquial de Azurém.

“O nosso programa foi feito por nós, pela nossa cabeça e foi apresentado com um mês de antecedência em relação à lista opositora. Achamos estranho que algumas das nossas ideias pareçam estranhas a quem ocupa neste momento o cargo de poder, quando eles embora digam que não veem mais valias, mas parece diariamente as copia e fala nelas”, começou por dizer Júlio Vieira de Castro.

O engenheiro de 43 anos voltou a lembrar que o seu programa tem como base a relação com os sócios, aproveitando para criticar as recentes palavras do candidato da Lista B: “jamais os sócios que tiverem uma opinião contrária à nossa serão afastados do debate e apelidados de ‘cisnes’. Os sócios com uma opinião contrária à nossa não serão alvo de repressão ou perseguição”.

Júlio Mendes acusa a Lista A de aparecer para comer a carne, quando o atual presidente comeu os “ossos” durante seis anos. Na resposta, Vieira de Castro afirmou que não sabe se há carne para comer, nem o seu valor. “Nós não estamos aqui para comer carne do Vitória, estamos aqui para servir o Vitória, pelos vitorianos. Não somos recém-vitorianos, pois estamos aqui há muitas dezenas de anos”.

“Também nos acusam de falta de experiência. Nós temos a mesma experiência que a atual direção tinha há seis anos atrás, com uma diferença, nós somos capazes de aprender mais depressa”, disse o candidato.

Pedro Meireles e o apoio a Júlio Mendes em 2015

Pedro Meireles, candidato a vice-presidente pela Lista A, explicou aos sócios presentes em Azurém que, em 2015, foi prestar apoio à recandidatura de Júlio Mendes por convite de António Magalhães (ex-presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Geral de Guimarães). “Eu acedi ao convite porque achei que ele fez um bom mandato e, como tal, fui lá. Tinha toda a legitimidade para isso. É engraçado porque na apresentação, este ano, o engenheiro Júlio Mendes disse que tinha um projeto a nove anos, então, porque é que no fim dos três primeiros, teve que alguém ir lá sensibiliza-lo para ele se recandidatar?”, questionou Pedro Meireles. “Com essa mesma legitimidade estou hoje nesta equipa para fazer parte de uma alternativa, porque eu, não sou um ‘yes man’, penso por mim. Júlio Mendes ainda deve estar agarrado à Taça de Portugal no Jamor, em 2013, e esquece-se que houve um mandato a seguir a isso, e é esse mandato que está a ser sufragado agora. Esse mandato foi mau, sobretudo pela repressão e pela falta de respeito para com os sócios”, concluiu.

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