Militantes de Guimarães sem máscara na Convenção do Chega

O apelo de Domingos Bragança para o uso generalizado de máscara não sensibilizou os militantes do Chega que se deslocaram a Évora para a II Convenção Nacional do Chega. Mas os vimaranenses não eram os únicos, com o passar das horas as máscaras foram caindo e, durante a tarde, já eram poucos os militantes que as tinham colocadas.

Foto: Chega TV

À entrada para o recinto da II Convenção Nacional do partido, um segurança controlava, desde manhã, o uso da máscara por quem entrava. Quem se apresentava sem máscara, recebia um exemplar. Durante a manhã, a regra foi o cumprimento. No corredor de acesso, havia doseadores de gel desinfetante e um termómetro infravermelhos.

Foi após o almoço que, segundo a Lusa, as regras de prudência relaxaram. Dos cerca de 600 militantes presentes, muito pouco tinham ainda as máscaras colocadas.

“Estou extremamente cansado de estar com ela e, pessoalmente, sou avesso à máscara. É um antro de doenças e não de proteção de doenças”, afirmou à Lusa o militante do Chega Adão Pizarro, da concelhia de Guimarães, que viajou até ao Alentejo com mais três militantes para a Convenção. “Vamos todos ter de passar pelo vírus. Quando vier, que venha por bem que a gente vai mandar a covid ‘às favas”, acrescentou.

“Entrámos aqui com máscara e agora sentámo-nos e tirámo-la. É como no café”, justificou Rodrigo Freitas, outro militante de Guimarães.

O líder do Chega, André Ventura, afirmou no seu discurso aos militantes, na Convenção Nacional, que ambiciona o segundo lugar nas presidenciais de 2021 e em terceiro nas legislativas de 2023.

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