MILITAR DA GNR DAS TAIPAS TEM DE LEVAR OS FILHOS PARA O POSTO

Uma militar que exerce funções no posto da GNR das Taipas pediu ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga uma providência cautelar, que “suspende a ordem dada pelo comandante, segundo a qual a mulher tem de trabalhar das 07h00 às 16h00”. A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias, redação à qual chegaram vários relatos de militares, que se encontram na mesma situação.

Neste caso concreto, a cabo da GNR tem duas filhas, de cinco e de dois anos. O seu horário laboral é das 07h00 às 16h00, incompatível com a hora de funcionamento do infantário das filhas, que abre apenas às 07h30. O Jornal de Notícias diz que a mulher pediu para o seu horário ser alterado para as 08h00 até às 17h00, mas sem sucesso. O comando não aceitou. O marido da cabo da GNR também tem a mesma profissão, o que deixa as filhas sem supervisão parental.

Em declarações ao mesmo órgão de comunicação, a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) entende que se está em presença de um caso de “assédio laboral”.

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