O deserto pode ser psicadélico com Batsaykhan

É um catálogo de paisagens o que nos propõem Batsaykhan, um trio liderado pelo músico Nuno Oliveira, que acaba de editar o seu primeiro longa-duração. Das guitarras do deserto, à eletrónica ambient, passando pelos registos mais psicadélicos, fazem um som de difícil catalogação, que vai desafiar os ouvidos do público vimaranense na primeira data de um novo ano de programação do ciclo Ego, promovido pela Capivara Azul – Associação Cultural. O concerto está marcado para o próximo dia 2 de abril, às 19h00, na sede da associação 20 Arautos, no centro histórico de Guimarães, onde a Capivara Azul vem desenvolvendo a sua programação nos últimos ano.

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Batsaykhan é a reencarnação do primeiro projeto a ser lançado pela editora e promotora Favela Discos, em 2013 – então denominado Batsaykhantuul. A esse registo de estreia (“Miesto ir Noras”), uma pequena coleção de faixas compostas essencialmente por guitarras, bandolins e outros instrumentos de cordas, seguiu-se um segundo lançamento, “Sarari Gyara” (2014) de uma faixa apenas, que já indiciava um percurso por um deserto psicadélico que mais tarde definiria o som do projeto.

O projeto renasce agora, oito anos volvidos, e ao seu mentor, Nuno Oliveira, juntam-se agora André Azevedo e Tito Silva, que, usando uma seleção de sintetizadores, percussões, guitarra e baixo, se estabelecem num terreno de areias movediças para aqueles que necessitam de uma clara rotulação do seu som. Passeiam entre uma floresta psicadélica, um rio de ambient e o óbvio deserto que enterrou as guitarras debaixo das suas areias.

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