OS ESCUTEIROS DA REGIÃO ABRIRAM O ANO EM GUIMARÃES

Abertura do ano escutista contou com 8 mil escuteiros no pavilhão Multiusos e uma sessão protocolar no edifício da Câmara Municipal.

© Nuno Rafael Gomes/ Mais Guimarães

Sempre alerta para servir. Este é o lema do Corpo Nacional de Escutas (CNE) e parece ser cumprido à regra — pelo menos foi essa a impressão que ficou após a sessão protocolar que decorreu na Câmara Municipal, no final da manhã deste domingo, com os dirigentes do CNE na região de Braga, o bispo auxiliar de Braga, D. Nuno Almeida e o presidente do município, Domingos Bragança.

Antes, no pavilhão Multiusos, milhares de escuteiros reuniram-se para uma Eucaristia que deu arranque ao ano escutista da região e esgotaram a capacidade do espaço. Guimarães acolheu a nova “época” escutista, mas a relação entre o concelho e o escutismo não é coisa de agora, e a cidade “sabe acolher”, disse o chefe nacional do CNE, Ivo Faria. Aliás, o Edil relembrou mesmo que fora escuteiro e salientou algumas ideias que disse ainda hoje manter: a “consciência ambiental” e a “humanidade”. Domingos Bragança enalteceu “o trabalho [que os escuteiros têm] desenvolvido na região, concelho e país” e o facto de “estarem sempre disponíveis”, “cooperarem” e “estarem presentes”.

O tema “ambiente” esteve no centro dos discursos realizados na sessão protocolar que teve lugar no edifício da câmara. O chefe nacional do CNE começou por referir que “o escutismo traz desde a sua génese” o hábito de “cuidar dos outros”, e isso estende-se ao meio ambiente. “Temos a obrigação de cuidar do planeta”, insistiu, dando depois uma novidade: será lançada uma aplicação para telemóvel na qual os escuteiros poderão “calcular a sua pegada de carbono”, sendo oferecidas alternativas para reverter os números. Ernesto Machado, chefe do núcleo de Guimarães, garantiu que, no caminho para um futuro mais verde, o executivo camarário poderá contar com os escuteiros. “Um futuro melhor só acontece se proporcionarmos um meio ambiente melhor”, concluiu. Apesar de todos os dirigentes do CNE terem agradecido o trabalho da Câmara Municipal, Domingos Bragança corrigiu-os, afirmando: “Nós é que temos de agradecer.”

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