Partido Socialista promoveu fórum dedicado à História, Cultura, Património e Desenvolvimento

A campanha da candidatura do Partido Socialista no distrito de Braga às Eleições Legislativas e a Federação de Braga promoveram, este sábado, 22 de janeiro, o último fórum temático sobre os eixos de atuação para a região sob o tema “A História, a Cultura, o Património e o Desenvolvimento”.

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José Luís Carneiro abriu a sessão recordando a “marca identitária muito forte” do Minho e das suas gentes e que “está bem patente nas suas tradições seculares, na hospitalidade e a arte de bem receber os visitantes e na beleza e variedade do património cultural”. Para José Luís Carneiro, “é determinante para o crescimento e afirmação da região que se faça o aproveitamento eficaz do património material e imaterial, não só porque constitui um setor estratégico para o desenvolvimento económico, mas também porque é um elemento indispensável para o bem-estar dos cidadãos”.

Para o setor da cultura, o Partido Socialista apresenta, assim, uma visão assente em seis prioridades fundamentais: “a promoção do livro e da leitura; o património cultural; a criação artística; a promoção do cinema e do audiovisual; a descentralização; e a internacionalização”

“O património cultural é uma responsabilidade coletiva. Valorizar os museus, os monumentos e o património cultural é preservar a nossa identidade enquanto povo, enquanto nação” referiu Elisabete Matos. “A cultura constitui um veículo primordial para a valorização individual e coletiva, a transformação social e a coesão territorial. Importa, pois, prosseguir uma política cultural sustentada e de proximidade, promovendo uma estratégia assente na descentralização e na desconcentração territorial, de modo a incentivar o mais amplo acesso às artes”, disse.

Na conclusão da sessão, Joaquim Barreto, candidato a deputado e presidente da Federação de Braga do PS, falou da importância da internacionalização do setor. “As artes são agentes de mudança social e territorial e são também embaixadores maiores do nosso país. A capacidade inovadora e a originalidade dos criadores portugueses, em conjugação com o espaço comum de mais de 250 milhões de falantes de português, constituem eixos fundamentais para a internacionalização da nossa cultura e para a construção de uma marca internacional de Portugal, ao mesmo tempo capaz de afirmar o património históricocultural português, a criatividade dos nossos artistas e a competitividade da economia do país”. 

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