Pedro Santos: “A liberdade não tem dono: é de todos!”

Considerando o 25 de abril um momento “impulsionador de gerações passadas e vindouras”, também o deputado municipal Pedro Santos, da Iniciativa Liberal, enalteceu a importância revolução dos cravos durante a sua intervenção na sessão solene comemorativa da data.

© Eliseu Sampaio / Mais Guimarães

Pedro Santos sublinhou que “as ditaduras são imposições daquilo que uma pessoa ou grupos de pessoas acreditam, como se fossem seres especiais que possuem as melhores soluções para todos os problemas, mas não são”.

“A pluralidade de opiniões, o multiculturalismo e as simples diferenças de opinião são, felizmente, inevitáveis”, e são, simultaneamente, os motivos pelos quais “todos os regimes totalitários acabam por ruir, mais cedo ou mais tarde”, defendeu o representante.

Reiterando que “a liberdade não tem dono: é de todos”, daqueles que “que amam a liberdade” e daqueles que “não acreditam em ditaduras boas ou menos más”, o deputado municipal aproveitou ainda o momento para deixar críticas à “cultura do amiguismo, que se sobrepõe à meritocracia”.

“Falta muito em todos nós para que se possa cumprir abril”, evidenciou Pedro Santos, lembrando que os tempos desafiantes que se vivem atualmente nos devem “despertar de uma sonolência coletiva”.

Por último, o deputado municipal deixou uma questão para reflexão dos presentes: “De que nos vale um país livre enquanto não existir igualdade de oportunidades, igualdade na possibilidade de escolhas?”. “Nunca existirá liberdade no seu todo”, concluiu Pedro Santos.

Se por um lado as gerações mais novas nasceram num país livre, não nasceram num país prospero, algo que, a seu ver, deve ser motivo de reflexão. “Como principais atores políticos que somos, devemos refletir o porquê de não termos um país à altura das nossas ambições e dos nossos sonhos. Se todas as gerações fizerem a sua parte, o futuro será mais risonho”, finalizou.

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