PROJETO DO MONTE CAVALINHO FOI APROVADO POR UNANIMIDADE

250 focos habitacionais a preços controlados, um parque de estacionamento, uma plataforma intermodal, parque de lazer e uma via que liga Urgezes à avenida D. João IV são os requisitos da autarquia para quem adquirir os terrenos do Monte Cavalinho terá de cumprir. Os vereadores da oposição votaram a favor, mas ainda assim apontaram algumas críticas, em especial à postura do Município.

 

 

Na manhã desta terça-feira, dia 06 de novembro, decorreu uma reunião camarária extraordinária, com uma simples proposta na agenda de trabalhos: o estudo urbanístico do Monte Cavalinho. O projeto foi apresentado pela própria arquitecta responsável, Marta Labastida, do Centro de Estudos da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. De acordo com a apresentação, os planos para este terreno incluem 250 focos habitacionais a preços controlados, parque de estacionamento e plataforma intermodal (que de acordo com Domingos Bragança será gratuito), um parque de lazer e uma via que liga Urgezes à avenida D. João IV.

O estudo foi aprovado por unanimidade. Contudo, os vereadores do PSD e CDS não puderam deixar de apontar algumas falhas. António Monteiro de Castro propôs um concurso de projetos para  este terreno que será, como o próprio designou, “a entrada da cidade” para aqueles que saem na Estação Ferroviária.

Já André Coelho Lima, que elogiou este novo projeto na diminuição de volumetria de focos habitacionais, realçou pela parte negativa a postura do Município, pois na sua visão, com estes requisitos, nenhum investidor privado irá querer adquirir os terrenos.

Domingos Bragança esclareceu que esta apresentação do estudo foi para dar a conhecer aos vimaranenses e para os possíveis compradores também terem conhecimento destes requisitos. O presidente da Câmara salientou também o interesse público que este terreno tem e as respostas que o estudo apresentado poderá ter para os vimaranenses.

O leilão dos terrenos do Monte Cavalinho está agendado para a próxima sexta-feira, dia 09 de novembro, pelas 14h30. A base de licitação está fixada nos 2 milhões e 750 mil euros.

 

Leia o artigo na íntegra na próxima edição do Mais Guimarães, esta quarta-feira nas bancas.

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