Socialistas do distrito reunidos em congresso

O Congresso da Federação Distrital de Braga do PS realiza-se sábado, dia 12 de setembro, em Celorico de Basto, com adaptações devido à pandemia de covid-19.


O congresso socialista vai decorrer com fortes limitações em virtude da situação sanitária. Os trabalhos e as votações serão divididos entre o presencial e o online. Dos cerca de 500 congressistas, que normalmente participariam, só 150 é que vão estar no congresso fisicamente.

A realização do evento obrigou à elaboração de um plano de contingência que respeita as normas das autoridades de saúde.
O Congresso vai apreciar duas moções: uma apresentadas pelo líder distrital dos socialista Joaquim Barreto; outra apresentada pelo vereador da Câmara Municipal de Guimarães e adversário de Joaquim Barreto nas últimas eleições, Ricardo Costa.

O confronto entre as duas correntes socialistas, terá aqui um segundo episódio, nomeadamente quando se tratar de eleger a nova comissão política. Joaquim Barreto parte para o Congresso com 63% dos congressistas, contra os 37% de Ricardo Costa.

“A política tem que ser curriculum e não cadastro. A área da Federação de Braga do Partido Socialista é das mais importantes do país, a muitos níveis. Porém, não tem sido reconhecido ao nível a que deveria”, sublinha Ricardo Costa.

Com especial sensibilidade aos temas económicos Ricardo Costa recorda que no distrito conta com três concelhos entre os dez mais exportares do país. Famalicão; Guimarães e Braga. “Contamos com uma enorme diversidade nos ramos industriais, agro alimentar, turismo, comércio, de tudo resultando uma economia pujante, activa e diversificada. Da junção destas riquezas, deveria resultar uma força e um potencial reconhecidos por todo o país.Temos essa força. Temos esse enorme potencial. Mas não temos esse reconhecimento por parte do país”, prossegue Ricardo Costa, apelando a aglutinação em torno do desígnio de “um destino comum mais valorizado”.

O vereador vimaranense apela ao fim das “batalhas fratricidas e inúteis, que só conduzem à nossa desgraça”.

Ricardo Costa, leva para este Congresso a ideia de uma Região Metropolitana do Minho, uma região “que tem tudo para ser um símbolo da modernidade do país”.

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