Um “abraço” para o Diogo pode fazer a diferença

Diogo Machado tem 16 anos e sofre de uma doença genética, miotapia miotubular e centronuclar. As dificuldade motoras que sempre sentiu agravaram-se e, aos 10 anos, acabou por ter de usar uma cadeira de rodas elétrica. Neste momento, precisa de uma carrinha adaptada que permita a sua deslocação, por exemplo, até às terapias.

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A fraqueza muscular, que afeta “todos os músculos”, agravou e deu orgiem a uma escoliose, tendo sido, em março de 2020, submetido a uma cirurgia à coluna. Ao Mais Guimarães, o pai, Bernardino Machado, garantiu que a operação, que durou cerca de sete horas, “correu bem”. Contudo, Diogo esteve “adormecido” durante cinco dias e, ao acordar, “fez uma paragem cardiorrespiratória”. A reanimação durou 45 minutos de reanimação e “esteve, no total, 23 minutos sem oxigenar”.




Após a realização de um TAC, descobriu que sofria de anoxia, uma vez que o cérebro esteve vários minutos sem oxigenar. Deixou de ver, ouvir, falar ou “ter qualquer noção da realidade”. Após avaliação, no dia 16 de março de 2020, Diogo foi traqueostomizado e passou a estar ligado a um ventilador permanente.

Com o tempo, diz o pai, “tem vindo a evoluir ao contrário do que era expectável. Já vê, já se manifesta quando algo está bem ou está mal.”

Uma deslocação à rua, para ir às terapias, exige o acompanhamento de quatro máquinas que “asseguram a sobrevivência”. Para isso, é necessária uma carrinha “grande” que seja possível adaptar que custa cerca de 25 mil euros.

Para contribuir com uma ajuda, pode fazê-lo através do MB Way, 910 517 723, ou IBAN (PT50 0018 0003 52168796 02034).

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