Já está na estrada o Rali de Portugal

O Rali de Portugal anda hoje, sexta-feira, dia 21, pelas terras do Centro do país. Sébastien Ogier, o líder do Mundial, pode bater recorde de vitórias em Portugal.

Sebastien Ogier em Fafe na edição de 2019. Foto: DR

A 54.ª edição do Rali de Portugal, que partiu esta sexta-feira, dia 21, é a última de uma era do Mundial de Ralis. Os carros movidos exclusivamente por motores de combustão interna vão roncar pela última vez nos troços portugueses. A começar em 2022, os ralis entram na era híbrida, como já acontece na Formula 1.

Os pilotos têm pela frente 21 especiais cronometradas, incluindo uma super especial na zona da Foz do Douro, no Porto, a disputar ao final da tarde de sábado. O troço de Mortágua regressa ao rali, depois de 20 anos.

A grande ausência desta edição é o norueguês, Andreas Mikkelsen, que não viajou para Portugal por estar infetado com covid-19.

Sebastien Ogier pode retirar a coroa de rei do Rali de Portugal a Markku Alen, até agora estão empatados com cinco vitórias cada um na prova portuguesa.

O rali chega ao Norte no sábado

A prova chega às estradas do Norte no sábado.  No dia mais longo da prova, com 165,16 quilómetros dos 346,26 que o rali tem na totalidade. São sete especiais, incluindo uma super especial de 37,30 quilómetros traçada na Foz do Douro, com os participantes a partirem aos pares.

É neste dia que os pilotos enfrentam a especial de Amarante, a mais longa, com 37,92 quilómetros. O resto do dia vão andar por Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto.

Domingo o rali chega a Fafe, a cidade que se intitula a capital do rali. Ali correm-se seis troços, terminando, em grande, com a “Power Stage” de Fafe. Neste dia também se correm os troços de Montim (Fafe) e Felgueiras.

Ogier aterrou em Portugal na liderança do campeonato, com 61 pontos, após dois triunfos nas três rondas já disputadas (Monte Carlo e Croácia) e um ponto somado nos 1000 Lagos, na Finlândia.

O belga Thierry Neuville (Hyundai i20) é o segundo, com 53 pontos, mais dois do que o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris), enquanto o estónio Ott Tanäk (Hyundai i20), vencedor da prova portuguesa em 2019, é quarto, com 40 pontos. Em 2020, o Rali de Portugal foi cancelado devido à situação de emergência sanitária.

Na categoria principal, os WRC (World Rally Cars), correm 10 carros. A prova portuguesa pontua para os campeonatos de WRC2, WRC3, JWRC, Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e Peugeot Rally Cup Ibérica.

Elfyn Evans foi o melhor em Lousada

Ontem, quinta-feira, no shakedown, em Paredes, o britânico Elfyn Evans foi o piloto mais rápido.O piloto da Toyota gastou 3m05,9s  para percorer os 4,6 quilómetros.

O estónio Ott Tanäk (Hyundai), vencedor em 2019, foi o segundo mais rápido, a 0,2 segundos de Evans, enquanto Kalle Rovanpera (Toyota) foi terceiro, a 0,3 segundos. Ricardo Teodósio (Skoda) foi o melhor entre os portugueses, na 13.ª posição, com 3m15,7s.

A Autoridade de Saúde permite a presença de público nos troços, mas apenas nos locais devidamente assinalados, cumprindo as regras de segurança sanitária, como o distanciamento entre grupos, o uso de máscara e a lavagem frequente das mãos. Antes de avançar para as classificativas consulte o programa da organização para conhecer os locais onde é permitido assistir à prova.

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