“Já há acordo” para a prorrogação do serviço dos TUG, segundo Sofia Ferreira

O assunto dos Transportes Urbanos de Guimarães voltou a ser discutido na reunião do executivo municipal desta segunda-feira, dia 25.

Monteiro de Castro, que pela coligação Juntos por Guimarães tem abordado este assunto, duvida que a nova concessão dos transportes públicos, entregue à Vale do Ave Transportes, Lda, entre em vigor em 2021. O vereador referiu “estar em crer que este ano, não iremos ter este projeto de grande alcance social e económico, o maior projeto de Guimarães dos últimos anos. Porque, de facto, não vai ser possível.” Disse o vereador.




Já o executivo socialista aponta para o dia 01 de agosto como a data para o início da nova concessão (inicialmente prevista para 01 de março). Esta alteração forçou o município a negociar com a Arriva, empresa que atualmente presta o serviço, para a manutenção em funcionamento dos transportes urbanos entre março e agosto.

Para Sofia Ferreira, vereadora dos Serviços Urbanos do município, “Já há acordo” com a empresa e houve “bom senso” nas negociações. Também esta alteração não acarretará “encargos acrescidos” para os cofres do município, para além dos que estão previstos e “constam do caderno de encargos” do processo de concessão.

A vereadora acrescenta que este é “um processo ambicioso” que permitirá “uma melhoria da oferta de transporte público, com mais linhas, com maior cobertura, com uma frota completamente renovada, em todo o concelho, a diminuição da idade média dos veículos e, fundamentalmente, com a introdução de 22 autocarros elétricos. Isso é o importante.” Destacou Sofia Ferreira.




Reiterando o ceticismo do vereador do CDS, Bruno Fernandes, do PSD, acrescentou que, “para um concurso público em que os operadores do mercado não o acham atrativo, e vem alguém que o vence com um preço 50% abaixo do valor base, aquilo que se antevê é o que está a acontecer. Para o social-democrata, esta situação reflete “a marca da ineficácia desta governação. A Câmara não consegue, num mandato, resolver um problema que está a prejudicar os vimaranenses, que é não ter uma mobilidade que fomente a coesão territorial e que ajude o desenvolvimento de Guimarães.”

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