PARQUE DE CAMÕES SOMA PROBLEMAS

Uma das saídas do novo parque de estacionamento foi feito para uma área que o proprietário das Linhas AFEMAR afirma ser uma servidão de passagem para o seu armazém. 

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O proprietário das Linhas AFEMAR afirma que ficou surpreendido quando retiram as chapas que ocultavam a obra e verificou que tinha uma saída do parque de estacionamento em frente à saída do seu armazém. Além da viela para passagem de peões, havia naquela zona, desde a construção dos armazéns, um acesso para os armazéns, desde a sua construção, há mais de cinquenta anos, explica Avelino Martins. “Não podia mesmo ser de outra maneira, porque não há outro acesso possível,” afirma o comerciante.

“A Câmara tinha que saber que isto era assim até porque já foi inquilina dos armazéns,” acrescenta Avelino Martins. O proprietário das Linhas AFEMAR diz que a Câmara Municipal foi avisada há meses, logo  que a situação se tornou visível. “Mas até agora continua tudo na mesma,” lamenta-se.

Desde a altura em que foi notificada a Câmara já manteve várias reuniões com o comerciante. Segundo Avelino Martins, Domingos Bragança terá reconhecido que o problema e reconhecido o erro da Câmara. A situação, porém, agravou-se quando, recentemente deparou no local com um sentido proibido, sem qualquer exceção.

A partir desse momento as viaturas da empresa e dos seus clientes quando acedem ao armazém, fazem-no em contravenção e podem até ser multados. Avelino Martins sente-se angustiado também pela posição em que isto o coloca face a funcionários e clientes que o questionam.

“Ainda ontem, uma carrinha da própria Câmara teve que passar o sinal vermelho para vir aqui carregar papel,” ironiza Avelino Martins.

Face a esta situação Avelino Martins já constituiu advogado e coloca a hipótese de interpor uma providência cautelar, se a situação “não se resolver a conversar.” Esta é já a segunda situação de conflito com vizinhos do Parque de Estacionamento de Camões. Recorde-se que a proprietária do solar das Molianas, Dulce Lopes, afirma que o determinado pelo tribunal, sobre a vedação do acesso à sua propriedade, não foi cumprido.  Dulce Lopes informou o Mais Guimarães que apresentará, esta semana, um requerimento ao tribunal para que a ordem seja cumprida.

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