DOMINGOS BRAGANÇA NÃO RETIRA CONFIANÇA POLÍTICA A RICARDO COSTA

O vereador do PSD, Hugo Ribeiro, questionou o autarca Domingos Bragança se mantinha a confiança política em Ricardo Costa, depois das acusações relativas à Taipas Termal.

©  Mais Guimarães

Esta segunda-feira, em reunião municipal, no período antes da ordem do dia, o vereador do PSD, Hugo Ribeiro, questionou o autarca Domingos Bragança se mantinha a confiança política no vereador Ricardo Costa, depois das acusações do médico Hélder Pereira.  

Recorde-se que o anterior presidente da cooperativa Taipas Termal, Ricardo Costa, foi acusado, por parte do médico Hélder Pereira, de um possível conflito de interesses na gestão da cooperativa. O Diretor do Centro Internacional de Traumatologia Desportiva da Clínica de Saúde da Taipas Termal fez chegar ao presidente do município de Guimarães as suas preocupações, que estarão relacionadas com a criação da empresa Neurónio Cristalino, que gere a Casa de Saúde Guimarães-Taipas, concorrente direta da Taipas Termal.

O vereador Hugo Pereira revelou que teve acesso às denúncias que chegaram ao autarca e defendeu que o mesmo conteúdo deveria ser facultado aos meios de comunicação social e à população em geral. O social democrata apontou ainda que as acusações “são gravosas ao ponto de terem sido consideradas muito importantes no seio de toda a instituição camarária”. O social democrata explicou que as acusações “despoletaram um problema que culminou na indisponibilidade ou perda de confiança no ex presidente, Ricardo Costa”.

Hugo Pereira apontou ainda que a informação concedida no momento da saída de Ricardo Costa e nomeação de José Maia não correspondeu à verdade. “Em dezembro, na decisão de nomear o novo presidente, percebemos que há aqui uma forma de ocultar algumas questões que se passaram internamente, que culminaram na perda de confiança objetiva”, frisou.

Na resposta, à comunicação social, Ricardo Costa afirmou que este “é um assunto completamente encerrado e nunca esteve em causa a confiança política”. “Quando, em 2009, se pega numa empresa com um volume de negócios de 570 mil euros e, 10 anos depois, fecha com um milhão e 800 mil euros e ainda que, em 2009, empregava 28 pessoas e agora emprega 56 … Está tudo dito”, reiterou. O vereador considera que tudo o que vai além dos números positivos da empresa “são ataques pessoais”.

Por sua vez, o autarca Domingos Bragança afirmou nem sequer compreender a questão. “Alguém pode comunicar algo que se está a passar, mas depois é preciso o contraditório. De acordo com os órgãos sociais, tudo o que se passou esta regular”, frisou.

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