MARTA RIBEIRO

Nome completo
Marta Rego Ribeiro

Nascimento
04 de maio de 1979, Aveiro

Profissão
Advogada

Chegou à cidade-berço em 2015 e por cá decidiu ficar. Marta Ribeiro é advogada e garante que essa é a sua verdadeira paixão. Recentemente, embarcou numa aventura, num mundo um pouco à parte do que está habituada: o mundo da política. A aveirense é a Coordenadora da Comissão Instaladora do distrito de Braga do novo partido português, Aliança. Contudo, garante que não é nem quer de todo ser política.

“Nascida e crescida” em Aveiro, desde miúda que tinha grandes ambições. “Quando era pequenina dizia que ou queria ser pediatra ou queria juíza de Tribunal de Menores, porque queria estar ligada a crianças. Entretanto, vamos crescendo e a Medicina começou a ficar fora de questão”, começou por contar Marta Ribeiro. Decidiu então estudar Direito, com a intenção de um dia se tornar então juíza. Estudo no Porto e no final, como foi na época pré-Bolonha, a aveirense tinha duas opções: seguir para mestrado ou fazer estágio profissional. “É um curso bastante difícil e temos um percurso muito longo, as pessoas não têm muita noção. São muitos anos a estudar, muitos anos a trabalhar. As incertezas são muito grandes e é preciso gostar muito do que se faz. A pressão do trabalho é muita. O engraçado é que quando acabei o curso, na altura para se entrar no CEJ, tínhamos que esperar sempre dois anos. Então havia a possibilidade fazer o estágio ou fazer o mestrado, porque foi antes de Bolonha. Na altura, quis fazer o estágio, até para ganhar alguma experiência profissional, mesmo os estágios sendo não remunerados”, apontou.

Foi no estágio que fez a seguir à licenciatura que percebeu que ser juíza talvez não fosse a sua grande aspiração. “Comecei a estagiar e vi logo que ia detestar ser juíza, e que o que eu gostava mesmo era da advocacia. Eu gosto muito de andar ligada à ficha, e como advogada, o dia-a-dia é sempre muito dinâmico”, referiu a advogada.

No final do estágio, a convite de um advogado que conhecia, foi tentar a sua sorte. “Fiquei em Lisboa desde 2006 até 2015, que foi quando vim para cima. Sendo que no interregno, em Lisboa como estive a trabalhar numa empresa de Construção Civil, que tem implementação em alguns países, fui criar o departamento jurídico da empresa, e acabei por ficar responsável por todos os departamentos jurídicos do grupo. Viajei bastante, conheci muita coisa, tive experiências muito engraçadas, desde trabalhar em escritórios de advogados a trabalhar com administradores de insolvência, conhecer os meandros de uma empresa, que é completamente diferente da advocacia. Entretanto, as coisas do coração e da família trouxeram-me para o Norte. Mudei-me em 2015, aqui estou e espero estar durante muitos anos”, confessou a aveirense.

Em 2015, veio para Guimarães, mais concretamente em Ponte, e por cá ficou. De início, ponderou em começar um negócio seu, mas a sorte bateu-lhe à porta. “Inicialmente, ainda ponderei começar a atividade sozinha ou com o meu marido, que também é advogado, mas depois surgiu esta oportunidade, de abrir o escritório da Global Lawyers na zona Norte. O projeto tem um ano e estou muito entusiasmada”.

Sobre a cidade-berço, Marta Ribeiro não tem dúvidas: “Gosto muito de viver em Guimarães, é uma cidade lindíssima. As pessoas são extremamente simpáticas, a comida é maravilhosa. Tem locais históricos lindíssimos, adoro passear em Guimarães. Desde bebé que trago o meu filho, o Martim, a conhecer os cantos da cidade”, revelou.

Relativamente ao novo projeto em que está inserida, a advogada explicou que a aventura no Aliança deve-se ao facto de acreditar no projeto, e que este pode fazer a diferença. ” Estamos todos tão cansados de ser sempre o mesmo, e foi exatamente isso que me fez ingressar no Aliança, o facto de acreditar que podia ser diferente”, concluiu.

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