RUI OLIVEIRA

Nome completo
Rui Jorge Machado Oliveira

Nascimento
19 de abril de 1996, Guimarães

Profissão
Estudante

Rui Oliveira é um dos vimaranenses que integra a direção da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM). Pelo segundo ano consecutivo como Presidente-Adjunto, o estudante de Engenharia Mecânica já percorreu um longo caminho no mundo do associativismo e vê a sua função na AAUM como uma boa ferramenta para o seu percurso profissional.

É natural de Urgezes, reside em Ronfe, mas grande a maior parte da sua infância e juventude foi passada em Vermil. “A minha família é toda de lá, por isso acabei por passar muito tempo em Vermil. Sou escuteiro em Vermil, comecei como lobito e agora já estou no processo de formação para dirigente”, começou por explicar o jovem vimaranense, acerca dos seus primeiros passos no associativismo. Jogou também futebol até aos 17 anos no Desportivo de Ronfe, mas os estudos começaram a ter mais peso na altura em que a ida para a universidade se estava a aproximar.

No Ensino Superior, escolheu o curso de Engenharia Mecânica para estudar, na Universidade do Minho (pólo de Azurém) em que, atualmente, está a frequentar o 5.º ano. “Sempre gostei muito da parte do projeto, do desenho dos mecanismos, da resolução de problemas. Sempre gostei de desafios! Isso sempre me motivou para resolver problemas, e a Engenharia Mecânica funciona muito neste caso. Acabei por escolher este curso nessa área mais de projeto, ao contrário de muita gente que escolhe por causa dos carros. Gosto naturalmente de carros, mas sabia que me ia integrar em qualquer engenharia”, sublinhou.

Chegou à Universidade do Minho como mais um aluno daquela Academia e jamais imaginava o que aquela instituição tinha reservado para si. Já conhecia algumas caras quando entrou no pólo de Azurém, mas o próprio curso ajudou na integração. “Temos uma cadeira que é Engenharia Integradora e desde o primeiro ano estamos habituados a ter um projeto. São grupos de dez pessoas que têm um desafio e têm de resolvê-lo. A cadeira basicamente é isto. Isso é bom para que, logo desde o primeiro tempo, tenhas ali aquele grupo e ainda hoje me dou muito bem com eles”, explicou.

A aventura na AAUM começou quando Rui Oliveira frequentava o segundo ano. “Um colega meu, que estava na direção, era responsável pelo acolhimento dos novos alunos aqui em Guimarães, convidou-me para colaborar com ele. Durante um ano fui colaborador da Associação Académica e no meu terceiro ano, acabei por ser convidado para pertencer à direção. Entrei como diretor para a Pedagogia de Guimarães e exerci a função ao longo de um ano. No final, o atual presidente, o Nuno Reis, chamou-me para ser Secretário. Assumi e tomei posse como Secretário, mas na segunda-feira seguinte houve uma reviravolta e tornei-me Presidente-Adjunto, quando pensava que iria ser apenas Secretário”, contou o jovem vimaranense.

Em relação ao que implica estar na direção da AAUM, Rui Oliveira confessou que é “de longe” o que as pessoas imaginam. “A agenda é sempre bastante complicada, há dias caóticos”. Ainda assim, há coisas boas que resultam deste trabalho na Associação Académica. “O método de trabalho, a capacidade de sermos optimizados. No Escutismo sempre consegui ir a tudo, tinha tempo. Quando cheguei à Associação o que mais me custava era não ter tempo para ir a tudo. O Nuno dizia-me muitas vezes que era impossível ir a tudo, e que tinha que definir prioridades. De facto, isso acontece muito no mercado de trabalho e é dos principais focos que levamos desta nossa experiência. Sobretudo, a visão da sociedade que nos dá é muito importante”.

Dentro do Escutismo, Rui Oliveira fez também parte do Cenáculo, onde que começou por pertencer em Guimarães e chegou a representar Portugal. “Se há coisas que despertam para outras, acho que o Cenáculo foi o meu despertar para muitas outras coisas, como é o caso da Associação Académica. Foi o meu projeto de eleição”, concluiu.

©2020 MAIS GUIMARÃES - Super8

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?