Vasco Faria

Nome completo:
Vasco Silva de Faria

Data de nascimento:
18 de outubro de 1978

Naturalidade:
Guimarães

Profissão:
Professor

Começou desde “tenra idade” a dedicar-se à música, dentro do seio familiar e, já com quase trinta anos de carreira, acumula os títulos de Professor, Trompetista, Diretor Artístico e Maestro. “O meu pai, Sidónio de Faria, tinha formação musical e era também um melómano. Quando, no seu entendimento, chegou o momento de aprendermos música pediu a um vizinho nosso, o senhor Manuel Silva (antigo músico da Banda de Pevidém) que nos desse as primeiras lições de Teoria Musical, vulgarmente conhecido como solfejo”, assim recorda Vasco Silva de Faria o início da sua ligação ao mundo da música. “Em boa verdade, tive o privilégio de contar desde o início dos meus estudos musicais com um nível de exigência muito alto, com bastante rigor, mas simultaneamente com uma enorme dose de criatividade e de bom gosto musical. Memórias muito felizes”, confessa. Mais tarde, Vasco ingressou na Banda Musical de Pevidém, onde teve como primeiro maestro e mestre o professor Francisco Ribeiro. “Desde que ingressei na Banda de Pevidém que imaginei que seria este o meu caminho, seguir a minha paixão e profissão na área musical, como trompetista e depois como professor”, refere.

Vasco é atualmente Diretor Artístico da Sociedade Musical de Pevidém, maestro da Banda Musical de Pevidém e da Orquestra Juvenil de Pevidém – da qual foi também fundador – e ainda diretor artístico/maestro do Orfeão Coelima. Estar ligado a instituições locais é encarado “com enorme dever cívico e sentido de responsabilidade social e cultural”. “É um desafio com enorme relevância e exigência ser o responsável artístico destes projetos que abarcam muita da nossa população, de forma transversal, entre os 3 anos e os 80 anos de idade”, garante.

A vertente pedagógica também preenche os dias de Vasco: é Professor Convidado Equiparado a Auxiliar do Departamento de Música do ILCH da Universidade do Minho, Professor Convidado Equiparado a Auxiliar do DECA na Universidade de Aveiro e docente no Conservatório de Guimarães (antiga Academia de Música Valentim Moreira de Sá), e também Diretor Pedagógico da Academia de Música Comendador Albano Abreu Coelho Lima. “Quem me conhece sabe que encaro as minhas funções com espírito de missão e com sentido de integridade, solidariedade e humanismo. É um prazer e um privilégio partilhar os meus conhecimentos com alunos de várias idades, fazer o que gosto e o que sempre me imaginei a fazer”, assegura.

Olhando para a sua carreira, Vasco recorda “todos os concertos” como momentos “especiais, únicos e irrepetíveis”. “Sou neste sentido um privilegiado por ter a oportunidade de fazer grandes concertos”, admite, enumerando momentos como a inauguração da Casa da Música em 2005 ou o concerto inaugural do Teatro Viriato em Viseu em 1999, ou a estreia mundial do concerto para trompete e orquestra de cordas do compositor Sérgio Azevedo, bem como o concerto principal do Festival de Paredes de Coura em 2013. Com a Banda Musical de Pevidém, com a Orquestra Juvenil de Pevidém e com o Orfeão Coelima lembra “vários momentos”. “O Concerto de abertura da Guimarãe s2012-CEC (no nosso Toural para milhares pessoas), ou Concerto de Abertura da 25ª Edição do Guimarães Jazz, o Concerto do Dia de Portugal (várias edições), o Concerto Sons da Liberdade (várias edições) ou o Concerto de Encerramento do Ano Legislativo na Assembleia da República”, enumera.

Depois de um período de confinamento “muito complicado por tudo o que significou e implicou”, Vasco guarda para “breve” novidades. “Como diz o Jorge Palma: Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar!”

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