O VINHO É UMA DAS NOSSAS MAIS GENUÍNAS E MARAVILHOSAS PORTUGALIDADES

por Mário Moreira

O Vinho é uma das nossas mais genuínas e maravilhosas Portugalidades

O que o torna tão único, faz despertar paixões, desencadeia múltiplas sensações quando fechamos os olhos na companhia de um prato ou em amena cavaqueira o saboreamos em toda a sua plenitude, é um pedaço de céu na terra.

Apreciar um bom vinho é simultâneamente simples e complexo, subtil, elegante e ousado, para uns, frutado, amadeirado ou envelhecido, para outros. Para todos, uma dádiva única, que atravessa o fio condutor da história, onde se faz a ponte entre a tradição e a moderniadde.

Hoje em dia, a comunidade internacional do vinho, já não debate o vinho português. Há o reconhecimento da sua elevada qualidade com selo universal.

Com tamanha riqueza, Portugal exporta quase 50% do que produz, o que representa mais de 1,5 do total das exportações nacionais, num total de cerca de 800 milhões de euros (IVV), com anos consecutivos de subida em vendas.

Não é só na qualidade do vinho que Portugal é aplaudido, a gastronomia, o lazer, as paixões que despertaram no património material e imaterial que o rodeia, das adegas às vindimas, dos passeios pelas vinhas às imagens arrebatadoras, às técnicas de relaxamento…

Não é por acaso que a região do Alentejo foi considerada em 2014, “ a melhor região de enoturismo no mundo para visitar”, ficando à frente de regiões de excelência como ”La Rioja” (Espanha) e “Toscana” (Itália).

Há sete estilos de vinhos que se produzem em Portugal e se conjugam com a melhor gastronomia; Vinho Branco, Tinto e Rosé. Vinho Espumante. Vinho do Porto. Vinho Madeira e Vinho Moscatel. Porém, não podemos ignorar a importância que têm os vinhos verdes para a nossa região e o que eles  representam para o país. Estou, a falar de um estilo de vinho, entre Douro e Minho, que nos é muito peculiar.

É muito interessante o crescente número de novas tendências; vinhos biológicos, naturais, sem alcóol, sem madeira, com graduação elevada, medicinais…algumas vingarão, outras não, desafio apaixonante de um produto que é unico.

O vinho não tem um caminho absoluto, como nada na vida… É uma verdadeira apologia de sensações.

Molho de vinho do Porto “à minha Moda”

Numa caçarola em lume brando, com 2 colheres de sopa de manteiga, adicionar 2 cebolas roxas picadas, deixar refogar até ficarem macias. Adicionar 1 ramo de alecrim, 1 colher de café de sal, cascas de 1 laranja, 1 colher de café de gengibre, 1 ramo de tomilho, 2 colheres de sopa de vinagre balsâmico, 1 porção de porto seco, 3 porções de porto “velho”. Deixar ferver e reduzir para metade. Coar os aromas. Levar ao lume. Retificar os temperos. Adicionar 1 colher de mel mexer bem.

Bom apetite! Um abraço gastronómico.

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